MORADORES DE RUA MONTAM BARRACOS EM PRAÇAS, BEBAIXO DE GALERIAS E MARQUISES DE PROTEÇÃO AOS TRANSEUNTES E, EM CASAS DESOCUPADAS.

         Praça Generoso Marques

Dá para comprovar ao encontrar barracos montados por pessoas em situação de rua em espaços públicos da Capital do Paraná. “As moradas improvisadas” muitas, têm portas, telhados adaptados com cobertas de plásticos e algumas contam até com fogareiro, colchão e os muito bem acostumados montam até uma dispensa.

Passando pela rua XV de Novembro, entre as ruas Monsenhor Celso e Marechal Floriano podemos conferir, os que já habitam e muitos outros, que vão chegando assim que fecham as lojas. Acomodam-se para dormir meio improvisado, mas aglomeram debaixo das galerias de pedestres. 

    Calçadão da Galeria Tobias de Macedo

O uso de entorpecentes e álcool são hábitos comuns e que potencializam a violência. Drogas de todas as formas trazem um “alivio” de minimizar os problemas de “morar sem endereço”, como fome e frio, são tranquilizantes e passa ser normal. Segundo os lojistas que já fecharam seu negócio nestes endereços; muitos ficam pedindo dinheiro de dia e se o cidadão nega, eles gritam, encaram e chingam. Há aqueles com outros problemas mentais que ficam tranquilos andando igual a ‘’zumbis” a ermo. Isso leva medo e insegurança por toda a cidade.

                                                 Boca Maldita ( rua XV)

Sabemos dos esforços da Prefeitura de Curitiba e da Secretaria de Ação Social, mas a situação parece piorar. A Fas – Fundação de Ação Social, é a responsável pelo atendimento à população de rua na Capital. A FAS realiza rondas e estabelece roteiros de acordo com as projeções de maior concentração desse público.

    Rua João Negrão  - Correios

Segundos dados levantados pela Gazeta do Santa Cândida em que fizemos uma matéria no mês de novembro sobre a intranquilidade dos lojista e transeuntes na Boca Maldita (Início da rua XV de Novembro), em abril de 2024, havia cerca de 3.947 pessoas em situação de rua em Curitiba, de acordo com o CadÚnico. Este número é 19% maior do que o registrado em 2023.


São várias ações sociais que contam na inclusão nos serviços da rede e planejamento para rompimento da situação de rua. São os hotéis sociais, alimentação e encaminhamentos para a ressocialização.



GAZETA SANTA CÂNDIDA, JORNAL QUE TEM O QUE FALAR

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