QUEM DISSE QUE O CANDIDATO A PRESIDÊNCIA NÃO FEZ NADA PELA SEGURANÇA?



A juíza Patrícia Acioli foi assassinada com 21 tiros em uma emboscada quando chegava em casa, em Niterói. Conhecida pela atuação contra grupos de extermínio formados por policiais, ela foi morta por PMs e, um dia depois do crime, Flávio Bolsonaro escreveu que “a forma absurda e gratuita” como a magistrada supostamente “humilhava policiais” havia contribuído para que acumulasse inimigos. Onze policiais militares acabaram condenados pelo crime.

Quinze anos depois, o tema das milícias voltou ao entorno político do senador. Reportagem da revista piauí, baseada em mensagens obtidas pela Polícia Federal, revelou que uma emenda de quase R$ 200 mil indicada por Flávio em 2023 foi solicitada por Robson Calixto, o “Peixe”, posteriormente condenado no caso Marielle Franco, e destinada a uma ONG que atuava em área de influência dos irmãos Brazão. A PF investiga suspeitas de desvio desses recursos.

GAZETA SANTA CÂNDIDA, JORNAL QUE TEM O QUE FALAR

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