Um ano após o governo Tarcísio de Freitas começar a esvaziar e demolir a Favela do Moinho para levar adiante o plano bilionário de construir um parque e um megacomplexo administrativo no centro de São Paulo, a garantia de “teto seguro, estável e digno” aos moradores da comunidade segue só na promessa.
Três em cada quatro famílias que saíram da Favela do Moinho ainda não têm uma moradia definitiva – e 63 ainda seguem vivendo na comunidade, entre entulhos e escombros.
Os dados atualizados até 13 de março de 2026 são da própria Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano, a CDHU, do governo de São Paulo, e foram obtidos pelo Intercept Brasil somente por meio da Lei de Acesso à Informação, LAI, após dois recursos e uma determinação da Ouvidoria Geral do Estado.
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Das 854 famílias que viviam na área e foram mapeadas pela CDHU, só 227 (26,6%) conseguiram uma moradia definitiva. Mais da metade delas — 446 famílias (52,2%) – está recebendo auxílio-moradia de R$ 1,2 mil por mês e pagando aluguel em outros bairros e até cidades. O governo Tarcísio diz não ter informações sobre o destino de 118 famílias.
Quem está no auxílio-moradia ainda relata preocupação e incerteza sobre até quando terá apoio com o aluguel. É que, embora a promessa seja manter o pagamento até a obtenção da moradia definitiva, a portaria 591/2025 do Ministério das Cidades com as regras do atendimento habitacional no Moinho estabelece que a família perderá o direito se, 12 meses após ser habilitada, “não indicar unidade habitacional elegível para aquisição pelo programa”.
Em nota enviada ao Intercept, o ministério informou que, até o dia 10 de abril de 2026, 736 famílias da Favela do Moinho contrataram ou estão em processo de contratação para adquirir o imóvel e outras 91 estão com “pendências de enquadramento”. Na contagem da pasta, são 45 famílias as que residem atualmente na comunidade.
O fim da Favela do Moinho é uma das principais apostas de Tarcísio, do Republicanos, para a reeleição. O plano, nas palavras do governador, é fazer “um lugar que era usado para armazenar as drogas que alimentavam a Cracolândia” virar “um espaço público de lazer, convivência e natureza no coração da cidade”: o Parque do Moinho.
A obra de R$ 6,1 bilhões para a nova sede do governo de São Paulo, do qual o espaço onde está a favela é um pequeno pedaço, prevê também a construção de áreas comerciais, uma estação de trem, novos edifícios e estações de recarga de carros elétricos. O empreendimento, feito por meio de uma parceria público-privada, a PPP Campos Elíseos, tem entrega prevista em 2030.
“O projeto do centro é construção de legado na veia”, discursou Tarcísio durante o leilão vencido pelo Consórcio MEZ-RZK Novo Centro na sede da Bolsa de Valores, a B3, em fevereiro deste ano. “Este, que é o primeiro bairro planejado de São Paulo, nasceu para servir à aristocracia do café e de repente isso tudo se perdeu”, completou.
Passados 12 meses desde que a primeira família se mudou, quem ainda segue na área está vivendo cercado por entulhos, ratos, lama e incursões policiais. Ao contrário do que a grande mídia diz em matérias pagas — e sem informar quem bancou a publicidade —, a Favela do Moinho não chegou ao fim. E a comunidade segue exigindo seus direitos.
O Intercept questionou por e-mail a assessoria de imprensa do Estadão sobre o conteúdo patrocinado que afirma que a “Favela do Moinho chega ao fim no centro de SP”, mas não houve retorno até o fechamento deste texto.
Foto: Pedro Stropasolas
Imagem de drone mostra o que sobrou da Favela do Moinho
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Durante mais de um ano, nossa equipe mergulhou no dia a dia da Favela do Moinho para registrar de perto a vida em meio aos escombros, o impacto das incursões policiais e a resistência das famílias contra as promessas não cumpridas de um teto seguro. O resultado dessa imersão em vídeo chega às telas neste domingo, com a estreia de um documentário exclusivo do Intercept.
“O Moinho está inabitável. As condições são críticas e desumanas. A gente só está aqui porque, infelizmente, não temos para onde ir”, descreve Alexsandra Aparecida, de 48 anos, que faz parte da associação de moradores.
Das famílias que, como ela, seguem na comunidade, a maioria integra o grupo de 45 casos que, de acordo com a CDHU, ficaram fora do atendimento habitacional “por não atenderem aos critérios estabelecidos pelo programa”. As outras aguardam a resolução de questões burocráticas.
Teresa Quispe, 60 anos, é uma delas. Dias atrás, ao chegar em casa, se deparou com um papel da CDHU colocado embaixo da porta. No ultimato, entregue a ela e às vizinhas, o governo Tarcísio estabeleceu 26 de abril como o “prazo improrrogável” para a “desocupação”. O descumprimento, diz o documento, será caracterizado como “resistência injustificada” e “sujeitará” a pessoa “às providências cabíveis”.
Assista ao documentário do Intercept sobre a expulsão
Imigrante peruana, Teresa — e seu filho de 40 anos, que é cego e autista, com quem vive no Moinho — não têm como sair às pressas. A compra de um imóvel fracassou, segundo a moradora, após demora da CDHU de mais de seis meses no envio de documentos. A previsão é que uma nova negociação seja concluída no fim de maio. “Onde vou ficar se me expulsarem antes disso?”, questiona.
“Estão fazendo uma pressão psicológica muito forte”, diz ela. “Cheguei a parar no pronto-socorro de tanta angústia e desespero. Tive uma taquicardia dentro da CDHU porque pedi explicações sobre a demora e eles me ignoraram. Minha garganta secou, eu não conseguia respirar e as assistentes sociais ficavam só me abanando com um papel, sem me socorrer. Toda vez que falam da casa, minha garganta fecha e eu quero chorar”, conta Teresa.
Moradora do Moinho há uma década e trabalhadora ambulante na Feira da Madrugada, ela sente viver, agora, em uma “terra arrasada”. “Um monte de ratos passam por aqui. Quando estouram os canos de água, fica tudo inundado. Não tenho luz, quebraram minha internet e estou isolada. E eles ficam mandando papel para eu sair dizendo que minha família está em risco. Um risco que eles criaram”, destaca Teresa, indignada.
A imigrante peruana Teresa Quispe luta contra o despejo iminente na Favela do Moinho, temendo ficar nas ruas com o filho cego e autista (Foto: Caio Castor)
Da repressão policial ao subsídio
O atual acordo para esvaziar a Favela do Moinho foi firmado logo depois da repercussão negativa de uma violenta ação policial contra a comunidade em 13 de maio de 2025. Descumprindo um combinado de que demolições só aconteceriam depois que não houvesse mais pessoas vivendo na região, funcionários da CDHU chegaram naquele dia escoltados pela Polícia Militar para começar a derrubada das casas.
Diante do protesto de moradores, a PM reagiu com repressão. Barricadas com fogo bloquearam os trilhos do trem que circundam a favela, e a violência policial escalou. Imagens de mata-leão, detenções, senhoras sufocadas por gás lacrimogêneo e testas sangrando por balas de borracha inundaram as redes sociais.
A comoção gerada pela ação policial e a mobilização comunitária pressionaram o governo federal — proprietário do terreno, que será cedido gratuitamente para o estado de São Paulo – a se posicionar no caso e apoiar um plano de remoção.
Foto: Caio Castor
A Polícia Militar reprimiu moradores da Favela do Moinho com truculência em 13 de maio do ano passado
Firmado em 15 de maio de 2025 entre os governos Lula e Tarcísio, o atual acordo em vigor para remover os moradores da Favela do Moinho prevê um subsídio de R$ 250 mil por família cadastrada para comprar uma nova moradia – R$ 180 mil via recurso federal, do Minha Casa, Minha Vida, e R$ 70 mil via verba estadual, do programa Casa Paulista.
Entre as exigências para se enquadrar no programa, está a de que a renda familiar seja de até R$ 4,7 mil. De acordo com mapeamento feito pela CDHU, 90,1% das famílias que viviam no Moinho em 2024 tinham renda inferior a dois salários mínimos e a renda média domiciliar era de 1,2 salário mínimo.
Para incentivar as famílias a saírem o quanto antes, o governo estadual oferece um auxílio de R$ 1,2 mil por mês para custear aluguel. Apesar da promessa de que o valor será pago até que se consiga uma moradia definitiva, os moradores temem que o auxílio seja interrompido a qualquer momento, principalmente se o governo Tarcísio conseguir retirar todas as famílias do Moinho.
Antes deste compromisso com apoio do governo federal, a proposta da gestão Tarcísio era oferecer um auxílio-moradia mensal de R$ 800 e comprometer 20% da renda familiar dos moradores por 30 anos para pagar pela nova moradia.
“É que de graça não tem graça”, chegou a dizer a diretora de atendimento habitacional da CDHU, Ticiane d’Aloia, durante uma das reuniões de negociação, em 14 de janeiro de 2025, quando a Associação de Moradores do Moinho afirmou que a proposta era “surreal”.
“Nada foi de graça!”, berrou pela janela uma moradora no dia da repressão policial que gerou a reviravolta. Enquanto batia a mão com força na parede de bloco, ela confrontou funcionários da CDHU que passavam, com marretas, junto aos agentes do Batalhão de Ações Especiais de Polícia, o Baep. “Aqui eu lutei, foi dia e noite trabalhando! Deixando meus filhos na escola para correr atrás do pão de cada dia. Aqui não foi nada tirado de ninguém, não. Seus lixos!”, gritou.“Nada foi de graça”: moradora do Moinho rebate fala de diretora da CDHU e defende a casa que construiu com o próprio suor (Vídeo: Gabriela Moncau)
Embora o governo federal tenha entrado no acordo, a Defensoria Pública da União, a DPU, informou ao Intercept em nota que há uma “preocupação concreta” de que “parte dessas famílias não seja contemplada pela política habitacional”.
Segundo a DPU, o processo “apresenta limitações” e “os critérios atualmente adotados” podem resultar “na exclusão de grupos em situação de vulnerabilidade”. Diante disso, o órgão ajuizou uma ação coletiva com o “objetivo de assegurar que todas as famílias residentes na área sejam incluídas nas medidas de atendimento habitacional”.
Sales da Silva Ferreira, de 23 anos, é um dos moradores que foram excluídos do atendimento habitacional. Ele conta que há cinco anos comprou um espaço na rua principal da comunidade: de um lado está sua barbearia e, do outro, o barraco onde vive com a esposa. O pernambucano é dono do último comércio aberto da Favela do Moinho.
Foto: Caio Castor
Dono do último comércio aberto na Favela do Moinho, o barbeiro Sales da Silva Ferreira resiste às ameaças de despejo no espaço onde vive e trabalha
Ferreira relata que o espaço foi vistoriado pela CDHU, mas acabou excluído por um motivo que considera “difícil de acreditar”: “Disseram que era ‘lote vazio’ porque faltava uma telha no canto do telhado. No mesmo dia eu botei a telha, mas nunca colocaram a plaquinha na minha porta”, explica.
Por meses, Sales diz ter ido até o escritório da CDHU para tentar resolver a situação. “Me enrolaram e, no fim, disseram que eu estava perdendo meu tempo e o deles”, relata.
“Primeiro, disseram que eu não tinha direito a nada. Recentemente, me ofereceram 12 meses de auxílio aluguel. Mas se eu sair daqui para um aluguel, perco meu trabalho e minha propriedade ao mesmo tempo. Dá um baque grande”, lamenta o barbeiro. “Já recebi ameaças de que minha casa seria demolida em 30 dias e que eu seria retirado à força pela polícia”, desabafa.
Moradores criticam plano do governo: ‘Foi um golpe’
Para Alexsandra Aparecida, da Associação de Moradores do Moinho, “a propaganda oficial sobre um atendimento habitacional perfeito não faz sentido”. “As pessoas estão sendo obrigadas a sair. E elas só aceitam ir para cidades vizinhas, periferia ou para o litoral por falta de opção”, ressalta.
A própria Alexsandra escolheu um imóvel na cidade de Itanhaém, a cerca de 100 km da capital, por conta disso. Mas, prestes a concluir a transação, foi informada que a prefeitura não aplica a isenção do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis, o ITBI. Foi aí que descobriu que teria de desembolsar cerca de R$ 7,5 mil para pagar, por conta própria, o tributo municipal cobrado quando se compra uma casa.
Foto: Caio Castor
Alexsandra Aparecida denuncia a falsa solução habitacional do governo e a expulsão disfarçada de famílias para longe do centro de São Paulo
“Quem conseguiu achar alguma coisa por R$ 250 mil no centro de SP, normalmente, é do tamanho de um ovo. E o valor do condomínio costuma ser tão alto que a pessoa precisa escolher entre comer ou pagar as contas”, desabafa.
Ao cruzar os dados do destino das famílias que o Intercept obteve com a CDHU via LAI e as coordenadas de bairros do Google Maps, é possível verificar que 66,5% das 361 famílias que se mudaram para bairros em um raio de até 5 km do Moinho – duas em cada três – ainda estão recebendo auxílio-moradia.
“Sinto que fomos enganados tanto pelo governo estadual quanto pelo federal. Estão contando o auxílio aluguel como se fosse atendimento, mas não é. É uma solução temporária que pode nos deixar desamparados no futuro. Foi um golpe contra os moradores”, diz Alexsandra.
Ao olhar no celular um dos vídeos de Tarcísio sobre a Favela do Moinho, Bárbara Monique dos Santos, de 29 anos, franze a testa em desaprovação. Foi a sua mudança há um ano que, sob inúmeras lentes da imprensa, marcou o 22 de abril de 2025 como o início da retirada dos moradores.
Mas, até hoje, Bárbara, o marido e as duas filhas ainda não foram para o imóvel definitivo de 50 metros quadrados na Vila Nova Cachoeirinha. Estão pagando aluguel em um imóvel no centro da capital – só que o auxílio não dá conta de custear tudo, incluindo o condomínio de R$ 380. “É uma luta todo mês para inteirar o valor. A gente está aguardando a Caixa chamar a gente para assinar o documento da casa, porque até agora nada”, lamenta.
Questionada pelo Intercept, a Caixa Econômica Federal informou que “eventuais procedimentos de desocupação ou remoção das famílias” estão “sob gestão do governo do estado de São Paulo” e que, até 6 de março deste ano, 57 contratos de aquisição e doação de imóveis foram assinados por famílias atendidas pelo banco.
“Além destas, há outras famílias atendidas pela CDHU – que poderá informar a quantidade de contratos assinados por eles”, afirmou a Caixa, em nota. Nós procuramos a CDHU e perguntamos sobre o assunto, mas não houve resposta a nenhum dos e-mails que enviamos.
Cenário de guerra antes de futuro parque
Embora ainda haja famílias vivendo na Favela do Moinho, as demolições têm avançado e transformado o lugar em um cenário de guerra, de acordo com os moradores. Pilhas de lixo e concreto predominam entre os barracos remanescentes.
“De noite a gente não dorme direito, não deixam por causa do barulho. Eu, com essa idade, 67 anos, nunca vi uma coisa dessas. É muito pouco caso o que fazem com a gente. É o fim do mundo”, diz Maria de Fátima Cardoso, que vive há 15 anos em uma casa de madeira verde e amarela no Moinho.
Foto: Caio Castor
Maria de Fátima, de 67 anos, continua no Moinho em meio aos escombros
Dona Fátima conta que se vê sufocada pelas demolições enquanto tenta encontrar um imóvel definitivo no valor do subsídio no centro. “Eles ficam me levando nesse negócio de aluguel, nesses quartos que você entra e não tem nem banheiro, uns quartos que você tem medo de entrar, tipo essas pensões. O pessoal da CDHU vem aqui direto querer me tirar. Mas vou ficar aqui até sair a moradia que me prometeram”, diz.
A defensora pública Taissa Pinheiro, do Núcleo da Defensoria Pública de São Paulo, DPE-SP, que realiza mutirões de atendimento para a população do Moinho, avalia que “os entulhos foram estratégia para forçar os moradores a desocupar”. Em nota, a DPE-SP informou que a Justiça, inclusive, já “determinou à CDHU a retirada dos materiais deixados após as demolições”.
“Quase quebraram o meu barraco por causa da mudança de uma vizinha. Como os barracos são emendados, começaram a quebrar o dela e levaram metade da parede comigo dentro de casa. Levei um susto. Gritei com eles que não tinham compaixão nem educação com ninguém”, relata Hellen do Rocio, de 57 anos. “Tinham que esperar todos os moradores sair para passar o trator. E nunca cumpriram isso. Nem eles, nem Lula, nem ninguém. Eles passam o trator 24h por dia”, reclama.
Dona Hellen, uma das primeiras moradoras da Favela do Moinho é, agora, uma das últimas. Está aguardando os trâmites burocráticos para se mudar para uma moradia definitiva perto do Minhocão.
Desde 2004 dona Hellen vem perdendo a visão. Caminha com muita dificuldade, tateando com a bengala que ainda está aprendendo a usar, em meio aos escombros no Moinho. “A CDHU cometeu um erro ao ligar a luz na minha casa e queimaram a minha geladeira”, conta. Há meses, ela usa a geladeira de uma amiga para conservar os colírios e o soro fisiológico necessários para seu tratamento.
Foto: Caio Castor
Com deficiência visual, Hellen do Rocio caminha entre escombros do Moinho após ter parte de sua casa destruída pela CDHU
“Esses dias parou um policial na porta perguntando que dia eu vou sair da favela. Eu falei ‘bom, se vocês me derem lugar para morar, eu saio. É direito”, conta dona Hellen. “Eles não respeitam ninguém. Entram como se fossem donos”, critica. “Não é justo o que estão fazendo. A gente é livre. Mas eles estão roubando a nossa liberdade”, define.
A limpeza e conservação da área também passa pelo governo federal, já que a União é a proprietária da área onde fica a Favela do Moinho. Questionado sobre o assunto, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, MGI, informou “que não há prazo estabelecido para a concluir a cessão do terreno” para o estado de São Paulo.
De acordo com a pasta, “a transferência do imóvel” se dará “somente após a desocupação integral e pacífica da área”. O ministério, entretanto, não deu mais detalhes de como e quando isso ocorrerá.
Já a CDHU, perguntada via LAI sobre o parque que se pretende construir na área, respondeu que “não há projeto definido”.
“Quem está na comunidade hoje está em uma situação extremamente difícil”, pontua a defensora pública Taissa Pinheiro. “Há pessoas cadastradas que ainda não conseguiram aderir ao atendimento e pessoas que não se encaixam nos critérios de elegibilidade. Algumas receberão um auxílio aluguel por apenas 12 meses e outras nem isso”, ressalta.
Favela virou palco de disputa entre Lula e Tarcísio
A Favela do Moinho foi erguida há cerca de 35 anos entre os trilhos de trem em uma região cobiçada pelo mercado imobiliário. Ao longo de sua história, sofreu diversas investidas para a sua retirada. Passou por incêndios, ameaças e violentas operações policiais.
Arte: Giovana Abreu
Linha do tempo mostra os principais eventos que ocorreram na Favela do Moinho ao longo das últimas décadas
A ofensiva de Tarcísio sobre o Moinho ganhou corpo a partir de março de 2024, quando o governador lançou a parceria público-privada visando transferir a sede do governo estadual para o centro da capital.
Cinco meses depois, em agosto, mais de mil policiais deflagraram a megaoperação Salus et Dignitas. Na época, o Ministério Público de São Paulo, MP-SP, afirmou existir um “ecossistema do crime” na região.
A partir dali, a criminalização da comunidade passou a ser exaustivamente usada por autoridades e pela imprensa na legitimação do fim da Favela do Moinho – enquanto Tarcísio definiu a comunidade como um “bunker do PCC”, o prefeito da capital Ricardo Nunes, do MDB a classificou como um “QG do tráfico de drogas”.
No dia seguinte à operação e sem aviso prévio, a CDHU chegou para fazer um levantamento de imóveis e moradores do Moinho. Dali em diante, houve mobilização popular contra o projeto de Tarcísio, em defesa da regularização fundiária do Moinho e, quando isso se mostrou improvável, pelo subsídio integral das novas moradias, pelo “chave a chave” e pelo direito a permanecer no centro.
Foto: Caio Castor
Moradores protestam contra a demolição da Favela do Moinho
Somente em 20 de setembro de 2024 é que o governo estadual, por meio de uma nota, diria publicamente pela primeira vez ter interesse em construir um parque no lugar da favela.
Entre outubro de 2024 e março de 2025, 12 reuniões foram feitas entre a associação de moradores, a CDHU e o governo federal – e o plano do governo Tarcísio foi rechaçado pelas lideranças do Moinho. O representante da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), órgão proprietário do terreno, propôs que a associação levasse suas reivindicações por escrito no encontro seguinte.
Antes que isso pudesse acontecer, em 26 de março de 2025, a companhia estadual passou a abordar os residentes do Moinho individualmente, pressionando que assinassem um “termo de aceite” de atendimento habitacional. Bárbara foi uma delas – e disse que assinou “por medo”.
“A gente foi muito pressionado a aceitar rápido”, relata. “Fomos no escritório da CDHU numa quarta, o funcionário falou que tinha até sexta-feira para dar uma resposta, senão a gente ficaria sem [moradia]”, afirma. “O medo foi maior do que querer ficar e lutar, porque pensei nas minhas filhas”, diz Bárbara, ao voltar para o Moinho pela primeira vez após um ano. “Não queria chegar nesse momento aqui”, diz, ao apontar os escombros com o olhar, “de destruir com a gente dentro”.
Enquanto as primeiras mudanças aconteciam, em abril de 2025, frases como “Tirem os tratores de Tarcísio do terreno do Lula” surgiram em cartazes de manifestações em que a comunidade denunciava estar sendo coagida. Mas foi só em maio de 2025 que o governo federal entrou de fato no plano para apoiar a retirada das famílias.
Em 26 de junho, o presidente Lula foi ao Moinho e discursou, em um palco montado na quadra da comunidade, ao lado de quatro ministros. Disse que “um parque não pode ser feito às custas do sofrimento de um ser humano”, que a população deveria ser tratada “com decência” e que a ação do governo federal era uma forma de “reparação e justiça”.
Foto: Caio Castor
O presidente Lula esteve na Favela do Moinho em 26 de junho do ano passado
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, prometeu que a concessão da área só aconteceria com a condição de que as pessoas saíssem “por livre e espontânea vontade” e que fossem para onde quisessem, “de preferência no centro de São Paulo”. Quase um ano depois, entretanto, isso não ocorreu.
“Independente do acordo de atendimento habitacional, as famílias seriam removidas a todo custo e com urgência”, analisam as pesquisadoras do LabCidade, Isadora Guerreiro e Débora Ungaretti, no artigo Favela do Moinho: “Vocês ainda estão aqui?!”.
“O processo violento de limpeza social — esse sim de necessidade absoluta do Governo do Estado — não estava sendo interrompido pelo Governo Federal, como se propagandeou à época, mas mediado por forças que, no fim ao cabo, deram instrumentos para a aceleração do processo”, pontuam no artigo.
Ao Intercept, Isadora Guerreiro disse que a remoção do Moinho após 30 anos de resistência comunitária pela permanência é sintomática de algo novo. Em suas palavras, vivemos uma mudança da “era da gestão” para a “era da guerra”.
Dois fatores foram importantes, na visão de Guerreiro, para a expulsão se concretizar. Primeiro, uma mudança da sociedade, “com uma ascensão de processos fascistas que passam a legitimar certas ações do Estado”. Depois, o comprometimento de Tarcísio em fazer de São Paulo o “fiador de uma instrumentalização militar-empresarial”, com “agentes locais da violência articulados com o Estado, políticas públicas e a dimensão militar para abrir território”.
“Essa comunidade resistiu a esse processo de gestão. E essa resistência fez do Moinho um lugar marcado para morrer”, resume Guerreiro.
Para ela, o governo federal não quis se comprometer politicamente com a urbanização da favela porque isso exigiria defender uma comunidade bombardeada por narrativas de criminalidade. “No fim, ambos os governos [Lula e Tarcísio] concordaram que o interesse eleitoral estava acima das necessidades da população”, pontua.
“O Moinho é um laboratório da possibilidade de guerra do Estado contra qualquer tipo de população resistente”, ressalta Guerreiro. O combate ao “bunker do PCC” ou ao tráfico, segundo ela, “entra como um instrumento legitimador social para uma guerra que não é contra as drogas, mas contra a resistência da população que quer permanecer em territórios bem localizados”.
Demolições vieram após prisão de liderança comunitária
Uma midiática ação policial realizada em 8 de setembro de 2025 virou outro capítulo importante na luta da Favela do Moinho por moradia. A Operação Sharpe prendeu a catadora Alessandra Moja, liderança histórica da Associação de Moradores e principal representante da comunidade nas negociações desde o início do processo.
O Grupo de Atuação Especial do Combate ao Crime Organizado, o Gaeco, do MP-SP, apontou Alessandra como parte de uma organização criminosa envolvida em extorsão, receptação e tráfico.
O documento do Gaeco ao qual o Intercept teve acesso ainda acusa Alessandra de “manipulação e financiamento de movimentos sociais supostamente legítimos” para organizar “manifestações públicas que blindam a comunidade de intervenções policiais”. O MP-SP diz que uma das estratégias seria o “registro de incidentes relacionados ao uso da força por parte dos agentes públicos”.
O procedimento investigatório criminal, PIC, que deflagrou a operação acusou Alessandra de atuar como intermediadora de seu irmão, Leonardo Moja, o Léo do Moinho, preso em 2024 sob acusação de tráfico de drogas e associação criminosa.
O PIC foi instaurado a partir de dois ofícios sigilosos. Um foi feito pela Polícia Militar de São Paulo. Outro, pela CDHU. Além da líder comunitária, a Operação Sharpe prendeu outros 10 moradores.
Em depoimentos na Polícia Civil e na audiência de custódia, Alessandra relatou ter sido torturada pelos policiais que a prenderam. No interrogatório, disse ter sido “atingida por um soco no peito” e que “começou a gritar quando policiais tamparam sua boca com uma toalha”. Afirmou, ainda, que os PMs “tiraram o plug da TV, descascaram e colocaram na tomada, ameaçando dar choque”.
Foto: Caio Castor
Liderança histórica da Favela do Moinho, Alessandra Moja foi presa sob acusação de organização criminosa e tráfico, mas alega ter sido vítima de tortura e provas forjadas pela polícia
Alessandra também disse que as drogas encontradas na casa onde ela estava – 478 gramas de maconha, 113 gramas de cocaína e 161 gramas de crack – foram plantadas pelos policiais.
Com drone e helicóptero, a Operação Sharpe teve vídeo divulgado quase em tempo real no próprio instagram da PM Os dois policiais envolvidos na prisão de Alessandra e seu marido, no entanto, não usavam câmeras corporais. Eles são alvos de um Inquérito Policial Militar, IPM, que investiga denúncia de tortura e flagrante forjado – e ainda não foi concluído. Questionada, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a SSP-SP, disse apenas que a ação seguiu “os procedimentos legais”.
A prisão de Alessandra ganhou rapidamente o noticiário, onde ela chegou a ser tratada como uma liderança do PCC. O fato foi nominalmente celebrado por Tarcísio e pelo então secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, que gravou um vídeo dizendo que a sua prisão “com certeza é a ponta que faltava para liquidar de uma vez por todas a recuperação do centro de São Paulo”.
Conteúdos foram produzidos por diversos parlamentares da extrema direita, tais como Nikolas Ferreira, do Partido Liberal, o PL, Kim Kataguiri e o presidenciável Renan Santos, ambos do partido Missão.
No mesmo dia da prisão, Cíntia Bonfim, uma das poucas moradoras que teve coragem de dar entrevistas à imprensa naquele dia, criticou a ação do Estado em uma assembleia chamada às pressas. “Eles fizeram isso já premeditado. Porque sem a Alessandra, sem a Yasmim [filha de Alessandra, também presa], acabou o Moinho. Se forjaram elas, para forjar outro é um, dois. Então a gente precisa se unir”, declarou.
Na semana seguinte às prisões, as demolições foram retomadas. Até aquele momento, a comunidade brigava para que fosse respeitada a nota extrajudicial em que o MGI reforça que enquanto houvesse gente vivendo ali, as casas só poderiam ser descaracterizadas, mas não derrubadas.
As ações policiais também se tornaram mais violentas depois que as lideranças comunitárias foram tiradas de cena, culminando no assassinato, em dezembro de 2025, do morador Felipe Petta, de 38 anos. Em janeiro, residentes acusaram agentes à paisana de torturar e fazer desaparecer, por 12 horas, o morador Marcelo Flor Sabino de Souza, de 37 anos.
A SSP afirmou em nota que suas operações na região visam desarticular o crime organizado e são executadas sob rigorosos protocolos operacionais. Sobre a morte de Felipe Petta, a pasta informou que o Inquérito Policial Militar (IPM) foi concluído e enviado à Justiça Militar, e que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa também investiga o caso. Em relação a Marcelo de Souza, a SSP declarou que ele foi preso em flagrante por tráfico de drogas pela Polícia Civil, com inquérito já encaminhado ao Judiciário. O órgão ressaltou que não compactua com desvios de conduta, mas destacou que, até o momento, não há registro formal de denúncias na Corregedoria sobre os abusos relatados pelos moradores.
Fundadora da Associação de Moradores da Favela do Moinho em 2006, Alessandra Moja responde, atualmente, a duas ações penais. A primeira, decorrente da Operação Sharpe, tem seis imputações: organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, extorsão, receptação, lavagem de dinheiro e atividade sem licença ambiental. A segunda é relacionada à prisão em flagrante por tráfico de drogas.
A defesa de Alessandra, que está sendo feita de forma gratuita pelos escritórios Tofic Advogados e Toron Advogados, ambos associados ao Instituto de Defesa do Direito de Defesa, o IDDD, argumenta que a acusação carece de provas.
Foto: Caio Castor
Faixa com a frase ‘Lutar não é crime’ estendida no antigo silo da Favela do Moinho
Ponderando que o caso está em sigilo e que não poderiam entrar em detalhes, os advogados Ingrid Ortega e Pedro Bahdur alegaram que os crimes apontados estão baseados “quase que exclusivamente em vínculos familiares e laborais legítimos” que Alessandra teve com o irmão.
“Os crimes de extorsão e receptação qualificada, embora gravíssimos, não têm nenhuma ação concreta que Alessandra teria praticado, nem vítima individualizada, lugar ou quando. No caso da receptação não tem sequer menção de qual seria a coisa receptada”, explica Bahdur. “A acusação de lavagem de dinheiro não explica qual seria a origem ilícita do dinheiro supostamente lavado”, complementa.
Das 11 pessoas do Moinho presas na Operação Sharpe, três respondem ao processo em liberdade. De forma pouco comum para presos que não foram julgados, Alessandra foi transferida de um Centro de Detenção Provisória para uma penitenciária em Tupi Paulista, próximo à divisa com Mato Grosso do Sul, a cerca de 700 quilômetros da capital paulista. Os advogados dizem que aguardam o julgamento de um recurso no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, a um pedido de habeas corpus.
A prisão de Alessandra desencadeou uma campanha nacional e internacional por sua libertação. Lançada na plataforma Apoia.se, a iniciativa reúne mais de 40 movimentos e organizações brasileiras, além de sindicatos e redes de solidariedade estrangeiras.
No manifesto, os apoiadores destacam o papel central de Alessandra na organização da Favela do Moinho. Sua trajetória, escreveram, é “marcada pela defesa intransigente do direito à moradia e pela construção coletiva de alternativas para o povo pobre”.
Atualização: 24 de abril de 2026, 8h11
O texto foi atualizado para incluir as informações relacionadas a Felipe Petta e a Marcelo Flor Sabino de Souza, além do posicionamento da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo sobre esses dois casos.
Justiça italiana autoriza extradição da ex-deputada Carla Zambelli
A Justiça italiana finalmente aceitou o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP), presa no país desde julho do ano passado. A decisão, no entanto, não é definitiva. A defesa ainda pode recorrer à Corte de Cassação, a última instância italiana. O recurso poderá ser apresentado em até 15 dias, e a decisão final deve sair em até seis meses, prazo que costuma ser reduzido em casos com réus presos. A sentença foi proferida em fevereiro pela Corte de Apelação de Roma, após meses de tramitação e tentativas da defesa de adiar o julgamento, mas só revelada agora. O advogado de Zambelli afirmou que a decisão é injusta e que os argumentos da defesa não foram considerados. (UOL)
A Corte de Apelação da Itália sustenta que os crimes atribuídos a Zambelli também estão previstos no ordenamento jurídico italiano. Na sentença, a Justiça italiana afirma ter considerado legal o pedido apresentado pelo governo brasileiro e destaca que não há impedimentos para a extradição. Segundo a decisão, os fatos descritos configuram crime nos dois países, o que atende aos requisitos do tratado bilateral entre Brasil e Itália. (CNN Brasil)
. . .VIOLAÇÃO DE DIREITOS DO CONUMIDOR por uma livraria de Curitiba e solicita que pessoas lesionadas entrem em contato
Em Curitiba, o Ministério Público do Paraná, por meio das Promotorias de Justiça de Defesa do Consumidor, instaurou inquérito civil para apurar reiteradas proteções de direitos de consumidores por parte da Livraria Florence, com sede na capital.
Conforme já apurou o MPPR, há inúmeras reclamações de consumidores contra a livraria, especialmente relacionadas à não entrega de livros adquiridos, atraso nas entregas e falta de devolução de valores no caso de compras canceladas.
A Promotoria de Justiça pede que eventualmente consumidores que tenham sido lesados pela empresa entrem em contato, para apresentação dos respectivos documentos, de modo a instruir o inquérito civil buscando a garantia dos direitos dos clientes da livraria.
O contato poderá ser feito pelo e-mail: curitiba.consumidor@mppr.mp.br, pelo telefone (41) 3250-4912 ou pessoalmente na Promotoria de Justiça, na Rua Marechal Hermes, 751 (Centro Cívico).
Inquérito Civil MPPR-0046.23.101545-7
DENÚNCIA DA PGR CONTRA EX-PRESIDENTE JAIR BOLSONARO
GAECO CUMPRE MANDATO DE BUSCA E APREENSÃO EM ESCRITÓRIO DEADVOCACIA
. . . Curitiba em desdobramento de operação que investiga crimes no Detran
A O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu nesta terça-Terça-feira, 13 de maio, mandado de busca e apreensão expedido pelo Juízo da Central de Garantias Especializada da capital.
A ação foi realizada em um escritório de advocacia na capital e decorre de desdobramento da Operação Taxa Alta, deflagrada em 2019 para investigar diversos crimes no âmbito do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR).
O objetivo da ação desta terça-feira foi apurar se valores repassados por uma empresa ao escritório foram utilizados de forma indireta para custear vantagens indevidas a ex-servidores públicos lotados no Detran-PR. Os materiais e documentos apreendidos serão periciados para uso na investigação, que sejam corrigidos sob sigilo.
Processo 0014768-70.2020.8.16.0013
8 de janeiro ao gosto do ex-presidente
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PENSAMENTO ESPIRITUAL INFALÍVEL NA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS DIÁRIOS
Linha de Ônibus Praça Rui Barbosa Santa Candida em 1974
Implantação da 1ª canaleta exclusiva (20 km) e entrada em operação do ônibus expresso no Eixo Norte-Sul.
Adoção de cores para as categorias de linhas: vermelha para as linhas expressas e laranja para as linhas alimentadoras.
''ARMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS ARMEI, OUREMOS''
A dita “Grande imprensa”, financia diretamente as reservas para empresas que detém o poder econômico e as "reformas" (bancos, montadoras de veículos, agronegócio, grandes frigoríficos etc.), tem uma força e um alcance tremendo. Sobe a ótica do processo da Reforma da Previdência no Brasil, a imprensa, políticos se calaram para os anseios e defesa da cidadania, não há como reverter estes “vícios e interesses públicos em negociação no Congresso e nos “balcões e caixinhas de comunicação’’. Até as “Pequenas empresas da Fé e Grandes negócios” estão engajados. Lembrando os pastores negociando com Bolsonaro as verbas regionais dizemos: “OURAIS E SE DAI BEM’’ E, ARMAIS UMS AOS OUTROS COMO EU VOS ARMEI. A proteção está até com a desinformação, com os mesmerizados pelas mentiras na internet.
E por muito tempo iremos aturar estas negociatas de um país viciado em benefícios públicos e vícios privados.
OS BASTIDORES DA FRAUDE DA AMERICANAS
DEMOCRACIA, VERDADE, HARMONIA, AMOR
Pela paz e harmonia no país
Grupo da Procuradoria de Justiça Cível, em Curitiba, recebe inscrições até 19 de setembro para estág
O Ministério Público do Paraná, por meio do Gabinete do 5º Procurador de Justiça do 4º Grupo da Procuradoria de Justiça Cível, em Curitiba, está com inscrições abertas até 19 de setembro para processo seletivo de contratação de estagiário de pós-graduação em Direito. Podem se inscrever os estudantes regularmente matriculados em curso de pós-graduação compatível com a área de atuação da vaga ofertada.
Para a inscrição, os interessados devem encaminhar o formulário presente no edital, anexando a documentação elencada ao e-mail acxpazinato@mppr.mp.br. O candidato selecionado receberá bolsa-auxílio de R$ 1.981,20 e auxílio-transporte de R$ 242 para estagiar de segunda a sexta-feira, por seis horas diárias, no período vespertino. A seleção também prevê a formação de cadastro de reserva para eventuais novas contratações.
O processo seletivo será composto por uma prova teórica, a ser aplicada no dia 21 de setembro, a partir das 14 horas (o local será informado pelo e-mail de contato fornecido na inscrição). Os aprovados na primeira etapa serão convocados para uma prova prática e análise de currículo, em data e local a serem definidos. O resultado final será divulgado no site da Escola Superior do MPPR. Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (41) 3250-4275 ou pelo e-mail acxpazinato@mppr.mp.br.
BARÃO DO SERRO AZUL ASSASSINADO
BARÃO DO SERRO AZUL, A HISTÓRIA DO FUNDADOR DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO PARANÁ
Em 8 de agosto de 1888, Ildefonso Pereira Correia recebia da princesa Isabel, então regente do Império, o título de barão do Serro Azul. No ano seguinte seria proclamada a República e o título de nobreza deu azar ao notável e clarividente empresário: com a Revolução Federalista, os florianistas passaram a suspeitar de quem recebeu honrarias no regime anterior. Pior quando o Barão arrecadou fundos para os revolucionários maragatos, que ocuparam Curitiba, a fim de evitar saques e depredações na cidade. Florianistas viram nisso "colaboracionismo" e o Barão, com mais cinco inocentes, em 20 de maio de 1894, foram fuzilados, por ordem do general Éwerton de Quadros, sem qualquer processo legal ou acusação formal. O crime hediondo aconteceu no km 65 da estrada de ferro Curitiba-Paranaguá, à beira de um precipício onde caíram os corpos.
MPPR pede decretação de sigilo no inquérito que apura morte de guarda municipal de Foz do Iguaçu par
MPPR pede decretação de sigilo no inquérito que apura morte de guarda municipal de Foz do Iguaçu para evitar interferências nas investigações
O Ministério Público do Paraná, por meio do núcleo de Foz do Iguaçu (Oeste do estado) do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) requereu à Justiça a decretação de sigilo no inquérito policial que apura o assassinato de um guarda municipal da cidade. O objetivo é evitar interferências externas que possam influenciar nas investigações.
Alega o Gaeco no pedido – ainda pendente de análise pelo Judiciário – que “o acesso indiscriminado aos autos de terceiros, estranhos ao fato, poderá tumultuar e interferir negativamente nas investigações, sobretudo em razão da existência de diversas diligências investigatórias ainda em curso, além de outras pendentes”.
Além desse pedido, o Gaeco, que acompanha as investigações por designação do procurador-geral de Justiça, requereu também, entre outros itens, que o telefone celular do investigado seja encaminhado ao Instituto de Criminalística para perícia, assim como o aparelho que gravou as imagens das câmeras de segurança no local do crime.
O arqueólogo britânico Leonard Woolley e sua esposa Catherine no momento da descoberta de tubos de cerâmica que foram usados como rede de esgoto e água da chuva no que é considerado o primeiro sistema de drenagem de água da história antes de cerca de 4000 AC. Ur (Mesopotâmia) em 1930
SAL DE HIMALAIA: VERDADADE EXPOSTA
O famoso Sal do Himalaia não passa de um embuste. Na verdade, é um sal simples com impurezas de oxido de ferro. É extraído no Paquistão com mão de obra praticamente escrava. Mas isso não soaria tão bem economicamente falando: Sal comum extraído às toneladas por paquistaneses miseráveis e vendido por valores absurdos por conter em sua composição impurezas de ferro. As propriedades medicinais são fictícias, já que os minerais presentes estão em doses ínfimas e para se conseguir ingerir em quantidade funcional ter-se-ia que comer muito, mas muito sal e morrer de hipertensão e AVC.
RUA DA CIDADANIA BOA VISTA
OPORTUNIDADE COM DEUS
Emprego e provisão suficientes para todos
Betty Jean O’Neal
Da edição de março de 2021 dO Arauto da Ciência Cristã
Publicado anteriormente como um original para a Internet em 3 de dezembro de 2020.
Eu estava contemplando o vasto horizonte do oceano Atlântico, enquanto orava devido à alta taxa de desemprego causada pela pandemia do Covid-19. Muitas pessoas estavam perdendo seus empregos, casas e empresas, e estavam à beira da ruína financeira. As previsões eram de que, devido à injustiça social, a recuperação financeira seria especialmente difícil para as populações minoritárias dos negros, latinos e povos indígenas. Sendo eu uma mulher negra, superei barreiras e venho orando por outras pessoas para que também superem suas dificuldades. A confiança em Deus sempre foi minha rocha.
Observando o oceano, notei que o vento causava fortes ondas, sobre as quais flutuavam muitas gaivotas. Essas aves boiavam tranquilamente nas águas e continuavam buscando comida, mesmo após a arrebentação das ondas na orla da praia. Duas pessoas se aproximaram trazendo sacolas de comida para aves. As gaivotas voaram alvoroçadamente para perto delas, grasnando. Algumas, sem medo, comeram diretamente das mãos daquelas pessoas.
Ao contemplar aquela cena, lembrei-me da história bíblica de Jesus, o mestre Cristão, alimentando cinco mil pessoas com cinco pães de cevada e dois peixinhos (ver João 6:5–13). E tive a confiança de saber que realmente existe emprego e suprimento suficiente para todos. Mary Baker Eddy, a Descobridora e Fundadora da Ciência Cristã e autora do livro-texto da Ciência Cristã, Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, era uma devota seguidora de Jesus. Ela diz em seu livro Miscellaneous Writings [Escritos Diversos] 1883–1896: “Nunca peças para amanhã; é suficiente o fato de que o Amor divino é uma ajuda sempre presente; e se esperares, jamais duvidando, terás todo o necessário, a cada momento. Que maravilhosa herança recebemos ao compreender o Amor onipresente! Mais, não podemos pedir; mais, não queremos; mais, não podemos ter. A doce certeza desse fato é o 'Acalma-te, emudece' para todos os temores humanos, para todo tipo de sofrimento” (p. 307).
Ao comparecer à entrevista, leve com você a firme convicção de que você já está empregado por Deus.
De acordo com os ensinamentos da Ciência Cristã, quando colocamos a Deus em primeiro lugar em nossa vida, percebemos como nos beneficiar das bênçãos concedidas por Deus. Essa Ciência nos assegura de que no universo de Deus há suficiente trabalho bem recompensado para todos, independentemente das circunstâncias. E uma das recomendações importantes que Cristo Jesus várias vezes repetia para os que buscavam ajuda era: “Não temais”.
Acalmar o medo pode não ser fácil quando ficamos desempregados, recebemos nosso último salário ou a última parcela do seguro-desemprego, e não temos dinheiro suficiente para pagar as contas ou comprar comida. O medo tenta nos convencer de que existe um poder além de Deus, e também que disputamos com os outros o nosso sustento. Ou ainda, que desigualdades e privilégios raciais e de gênero podem nos atrapalhar.
No entanto, Jesus sabia que, qualquer que fosse o problema, aqueles que confiam em Deus, o Amor onipotente, não necessitam temer, pois o Amor nunca falha. Para o Amor divino, nunca pode haver oportunidade limitada, e o Amor jamais pode perder a capacidade de suprir a humanidade com o trabalho gratificante de que esta necessita. Para a Mente divina, Deus, tudo está sempre certo, exatamente agora! Um vislumbre dessa verdade espiritual nos dá os meios de prover o que nossa família necessita. A vida de Jesus nos ajuda a compreender que, se nos empenharmos em pensar e agir corretamente, toda e qualquer necessidade será atendida.
O correto pensar e o correto agir propiciam segurança. O pensar correto, espiritual, nos permite reconhecer a bondade e o poder de Deus em todas as situações. A ação correta se apoia nessa verdade espiritual para dar provas da bondade e do poder de Deus em nossa vida. Para romper com o cenário mesmérico da desigualdade racial e de gênero, podemos orar para reconhecer e compreender que Deus, o Amor, abre para todos as portas à oportunidade e ao progresso.
Quando me formei em Administração de Empresas e comecei a procurar trabalho na minha área de estudos, não havia oportunidades de emprego para mim. Durante meses, todas as minhas entrevistas de trabalho e as respostas negativas que recebia terminavam assim: “Estamos procurando candidatos com experiência”. No entanto, os periódicos da Ciência Cristã que eu vinha lendo havia alguns anos falavam constantemente de um amoroso Pai-Mãe Deus que não reconhece barreiras ou preconceitos raciais, nem outros obstáculos. Então, com base nessas ideias, perseverei e consegui um trabalho temporário de quatro meses, que durou cerca de um ano, em um escritório do governo federal.
Nesse emprego, conheci uma Cientista Cristã que convidou minha família a frequentar as reuniões de testemunho das quartas-feiras, os cultos dos domingos e a Escola Dominical da Ciência Cristã em uma Igreja de Cristo, Cientista localizada no nosso bairro de classe menos favorecida. Quando falei para minha amiga que meu contrato estava para acabar em duas semanas, ela, percebendo meu receio, compartilhou comigo este versículo bíblico, para me encorajar: “...Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Isaías 41:10). Esse versículo foi uma luz para mim. Vários dias antes de meu contrato terminar, encontrei outro emprego temporário. Depois de meses no novo trabalho, a gerência de recursos humanos, ao saber que eu havia sido aprovada, anos antes, no exame de função pública federal, me efetivou como profissional na minha área de formação acadêmica.
As leis divinas do bem são constantes, confiáveis e estáveis. A lei divina de atração coordena apropriadamente as capacidades e oportunidades, de modo a beneficiar a todos os envolvidos. Deus está ao alcance de todos nós, independentemente das estatísticas. A oração científica cristã revoga as dificuldades oriundas de raça, gênero, idade, tradições religiosas, ancestralidade, costumes e nacionalidade. Conforme escreve o apóstolo Paulo: “Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade, suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância daqueles venha a suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade...” (2 Coríntios 8:13, 14).
Hoje em dia, com o rápido avanço da tecnologia, as empresas estão se ajustando a novos modos operacionais. E as pessoas estão demonstrando que suas habilidades podem ser transferidas para outras áreas de trabalho. Algumas estão se tornando cuidadoras para pessoas da família e amigos, enquanto outras estão descobrindo novos talentos e estabelecendo novos objetivos. Deus classifica individualmente cada um de nós, Seus filhos e filhas, de acordo com Seu plano de atividade perpétua. Em seu livro The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Escritos], Mary Baker Eddy explica: “Minha fé em Deus e em Seus seguidores se apoia na verdade de que Ele é o infinito bem, e que Ele dá aos Seus seguidores a oportunidade de usar as virtudes ocultas que possuem, para colocarem em prática o poder que está escondido na calma, o qual as tempestades despertam para o vigor e para a vitória” (p. 204).
Um fator decisivo quando estamos procurando emprego é estabelecermos em nossos pensamentos a verdade espiritualmente científica de que Deus é o nosso empregador e de que já estamos empregados. Mesmo quando aparentemente não temos emprego, nosso verdadeiro trabalho é expressar as qualidades do Pai-Mãe Deus em tudo o que fazemos. Falando cientificamente, o único emprego que você tem é o emprego que Deus faz de você. Mesmo quando você está se sentindo seguro em um trabalho gratificante.
Quando eu estava recrutando empregados para uma companhia, aprendi bastante sobre produtivas entrevistas de trabalho. Ao comparecer à entrevista, virtualmente ou em pessoa, leve com você a firme convicção de que você já está empregado por Deus, o Amor divino. Seus motivos puros transparecerão. Faça da entrevista uma parte do seu verdadeiro trabalho. Você pode orar para estabelecer um calmo discernimento quanto ao que está sendo comunicado. Compareça apoiado no pensamento de que você é o reflexo de Deus, a Mente divina, e portanto, expressa desenvoltura, integridade, inteligência, originalidade, ponderação, consideração, precisão, criatividade e alegria. Deus é o Amor, e você expressa o amor pleno de graça que identifica você como uma ideia inteligente do Amor.
O medo, a ignorância e o pecado, que são os adversários do emprego e do suprimento, têm de desaparecer ante a nossa compreensão de que Deus é a Verdade, a Vida e o Amor. A verdade é que não existe situação alguma que possa frustrar as leis de Deus, imutáveis e sempre em atividade. Qualquer que seja a necessidade, podemos derrotar as crenças malignas que bloqueariam o fluxo de inspiração e realização que Deus provê para que tenhamos emprego e suprimento.
Não importa de onde você venha, nem o que esteja à sua volta, ou o que você tenha ou não tenha, você não necessita ter medo. Apenas o bem é conclusivo e final. Todos podemos aprender a ser profetas e a ver “espiritualmente” (ver Ciência e Saúde, p.593), na medida em que começarmos a olhar cada circunstância à luz do senso espiritual, onde o bem é sempre supremo. Orando e confiando no fato de que o Amor divino supre amplamente a todos, percebemos que nossa verdadeira razão de viver é glorificar a Deus, o bem infinito.
Do Arauto da Ciência Cristã
https://www.facebook.com/CienciaCrista/
https://www.cienciacrista.com/
A MÂE QUE PARIU O MUNDO
“Eu sou eu, Dom Quixote Senhor de La Mancha E o meu destino é lutar Pois quem não se aventura Sem fé nem ternura O mundo não pode mudar.”
JORNAIS DE BAIRROS DE CURITIBA CONDENAM FAKE NEWS E ELOGIAM O STF
Parte dos mais expressivos jornais de bairros de Curitiba firmaram um ofício parabenizando os ministros do Supremo Tribunal Federal pela luta contra os fake news e sites que propagam ódio e mentiras.
O documento foi enviado ontem a todos os ministros do Supremo Tribunal Federal através dos emails dos ministros, além de cópia para autoridades do poder Legislativo em Brasília, deputados federais e senadores.
Para os signatários é importante desmascarar aqueles que ameaçam a democracia e as liberdades democráticas, atuais alvos das investigações no STF.
Curitiba é a capital brasileira com o maior número de jornais de bairros na atualidade.
Leia a seguir a manifestação dos jornais de bairros que lutam publicamente contra as fake news e defendem os princípios constitucionais da República em defesa da ordem e das liberdades democráticas:
Curitiba, 28 de maio de 2020
Exmo. Sr. Ministro Dias Toffoli
MD. Presidente do egrégio Superior Tribunal Federal
Brasília – DF
Congratulações aos Meritíssimos Ministros do Supremo Tribunal Federal
Os jornais comunitários de diversos bairros da cidade de Curitiba, abaixo-assinados, vem, respeitosamente, apresentar votos de congratulações aos Meritíssimos Ministros do Supremo Tribunal Federal pela ação eficiente e enérgica contra a indústria do fake news, contra blogueiros e criminosos que ameaçam a democracia e o estado democrático de direito em nosso país.
Apenas a verdade nos libertará.
Parabéns Senhores Ministros.
O Brasil é maior que as ameaças à liberdade de imprensa na figura da indústria de fake news que utiliza robôs no país e no exterior para alimentar com mentiras milhões de contas de whatsapp, milhares de e-mails e dezenas de sites maliciosos.
Cordialmente,
Gazeta do Santa Cândida
Jornal Água Verde
Jornal da Rua XV de Novembro
Jornal da CIC – Cidade Industrial de Curitiba
Jornal Atos e Fotos
Jornal O Morador
Jornal Opinião Curitiba
Gazeta do Abranches
Jornal Centro Cívico
Folha do Batel
Jornal do Juvevê
O DESENVOLVIMENTO DO BAIRRO SANTA CÂNDIDA
Igreja Santa Cândida
A cidade de Curitiba possui uma representatividade de bairros bastante interessante. Um deles é o bairro do Santa Cândida, localizado na região norte da capital paranaense.
De uma maneira geral, este bairro se formou com base na povoação do município, servindo como caminho para a passagem dos primeiros tropeiros, que passavam pelo local rumando em direção ao Estado de São Paulo para levar gado e outros tipos de produtos da região sul do país ao sudeste.
Quando por volta do século XIX o Brasil teve um grande movimento imigratório, especialmente por parte das pandemias que assolaram a Europa, e de maneira particular à problemática da fome e dificuldades para muitos povos eslavos em garantir sua subsistência nos períodos mais cruciais para suas regiões, especialmente por ocasião da Primeira e da Segunda Guerra Mundial.
Desde esse período, o bairro do Santa Cândida em Curitiba foi um dos locais que recebeu uma grande concentração de descendentes de povos desse continente, como ucranianos, poloneses, suíços franceses e prussianos, que chegavam às terras curitibanas dedicando-se à produção agrícola e à criação de animais.
Atualmente, o bairro é bastante conhecido na cidade, sendo referência em prestação de serviços em suas Ruas da Cidadania, com boa infraestrutura urbana, transporte público de qualidade e a presença da BR-116, que liga Curitiba à região Sudeste e, também a estrada secundária denominada Rodovia da Uva, que liga a cidade de Curitiba a Colombo, município que faz parte de sua Região Metropolitana.
Se você deseja buscar por um bairro para morar em Curitiba, separamos algumas dicas bastante interessantes para você optar por uma casa apartamento ou apartamento no Santa Cândida. Acompanhe nossas dicas para fazer sua escolha!
Crie um perfil de seu bairro perfeito
Antes de começar a examinar os bairros, olhe para sua situação pessoal e familiar. Pense no que você realmente está procurando em um novo bairro. Lembre-se de que você provavelmente terá que fazer concessões; portanto, coloque os "itens obrigatórios" no topo e os "itens desejados" na parte inferior. Não sabe o que se adapta ao seu estilo de vida? Aqui estão algumas coisas a considerar: Você tem filhos ou planeja ter filhos tão cedo? Os pais sabem que a primeira coisa a fazer quando se olha para um bairro é pesquisar o sistema escolar. Mesmo se você for solteiro, morar em uma área com um sistema escolar muito procurado aumenta o valor da sua propriedade. Se você tem filhos, também vai querer morar perto de parques e centros comunitários.
Que tipo de casa você quer? Você está interessado em uma casa maior, familiar, ou em um apartamento pequeno? Também perceba se você planeja dirigir, caminhar ou levar o transporte coletivo para o trabalho? Você tem carro ou gostaria de comprar um? Você quer estar em um bairro histórico ou em um novo empreendimento? Bairros históricos têm muito caráter, mas geralmente exigem muito trabalho de reparo, especialmente casas mais antigas.
Concentre-se na área mais prática para você e sua família
Na hora de escolher o melhor bairro para morar, escolha os que melhor correspondem à sua lista de desejos. Se você estiver pensando em alugar apartamento no Santa Cândida, pesquise o que o bairro pode proporcionar a você e sua família. Se o seu trabalho estiver no lado oeste da cidade, comece a pensar rotas e a facilidade desse deslocamento. Isso tornará sua pesquisa mais focada.
Os desenvolvimentos de bairros mais recentes em Curitiba têm características mais modernas, mas estão tipicamente longe do centro da cidade. Você quer poder ir a lugares a pé? Você gostaria de estar a uma curta distância de lojas, restaurantes e bares? Ou você gostaria de dirigir para empresas próximas? Pense no que você não quer em um bairro também. Se você não aguenta o barulho da madrugada, provavelmente vai querer sair da área da faculdade ou de uma animada cena de bar.
Procure ter informações detalhadas sobre o melhor bairro para morar
Com sua área da cidade em mente, comece a desenterrar informações. Encontre bairros interessantes on-line, peça recomendações a agentes imobiliários locais e compile todas as informações básicas que puder, incluindo: informações sobre a escola: consulte as escolas públicas e privadas de ensino fundamental, fundamental e médio, bem como os programas de creches. Estatísticas de criminalidade: a maioria dos sites de notícias em Curitiba mostram como as taxas de criminalidade em alguns bairros estão se apresentando.
Se você quiser informações específicas, ligue para a delegacia local do bairro desejado. Parques e recreação: a que distância fica o parque ou centro de recreação mais próximo? Além do mais, vale à pena pensar em lazer: consulte o que o bairro tem a oferecer em questões de turismo, esportes e atividades comunitárias para você e sua família.
Depois de fazer a pesquisa de base sobre os locais em potencial, visite os bairros que lhe fizeram boa impressão pessoalmente. Não há melhor maneira de recolher informações do que recolhendo uma imagem real da vida no bairro indo até ele. Use seus sentidos para ver e sentir se viver neste local seria bom para você e sua família, especialmente se estiver considerando começar a visitar casas para alugar no Santa Cândida.
Analise suas possibilidades financeiras e faça sua proposta
Após perguntar a si mesmo se o bairro visitado corresponde ao seu gosto pessoal e se atende aos seus critérios, comece a planejar os detalhes de sua nova moradia! Só porque é um bairro agradável, não significa que é o único para você. Se o bairro atender à sua lista de prioridades, mas ainda assim parecer caro, procure outra área. Confie no seu instinto - afinal, você é quem precisa morar lá!
Depois disso, vem a parte mais difícil: encontrar uma casa que você ame. Descubra o valor que você pode pagar. A quantidade de dinheiro que um credor oferece a você é muitas vezes mais do que você realmente pode pagar, seja para aluguel ou para comprar. Faça a si mesmo estas perguntas básicas para descobrir qual é o valor certo para você. No caso de uma compra, decida entre financiamentos bancários com taxas fixas e ajustáveis, usando o prazo de empréstimo que seja melhor para você e suas possibilidades financeiras.
Campanha contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes
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