A federação PSOL-REDE protocolou junto ao Conselho de Ética do Senado um pedido de cassação de Flávio Bolsonaro, alegando quebra de decoro parlamentar por usar o mandato “como moeda de troca” para obter financiamento cinematográfico de interesse político.

Chegou ao Supremo Tribunal Federal

O ministro do STF André Mendonça, relator do inquérito que apura fraudes financeiras do Banco Master, marcou uma reunião com a equipe da Polícia Federal responsável pela Operação Compliance Zero, que investiga as denúncias ligadas a Daniel Vorcaro.

Além dele, o ministro Flávio Dino determinou a abertura de um procedimento preliminar para apurar o envio de verba por meio de emendas parlamentares para instituições presididas por Karina da Gama, sócia da produtora responsável pelo filme “Dark Horse”.

O povo foi às ruas

Um grupo de pessoas protestou em frente ao Quartel-General da Polícia Militar do Rio de Janeiro, onde Flávio Bolsonaro participaria da entrega de equipamentos. O senador foi recebido aos gritos de “ladrão”, “devolve o dinheiro da Previdência” e “devolve o dinheiro do Banco Master”. Cartazes também cobravam a abertura de uma CPI do Banco Master.

Flávio Bolsonaro caindo nas pesquisas

Uma nova pesquisa eleitoral da Atlas/Bloomberg mostrou que 95% dos entrevistados já tinham tomado conhecimento do áudio revelado pelo Intercept. As intenções de voto para Flávio Bolsonaro caíram mais de cinco pontos no primeiro turno e seis pontos em um eventual segundo turno.

E continua…

Este e-mail já está ficando muito grande, mas não posso deixar de mencionar: deputados, vereadores, partidos e lideranças políticas acionaram a PGR, a Polícia Federal, o STF, o Coaf, a CGU, o TCU e o Conselho de Ética do Senado. A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP), por exemplo, protocolou um pedido de prisão preventiva contra Flávio Bolsonaro, além de quebra de seu sigilo bancário, fiscal e telemático.

Eu disse antes e vou repetir: quem torna tudo isso possível é a nossa comunidade de doadores. O Intercept Brasil não aceita dinheiro de bancos, governos ou grandes empresários. Por isso, podemos investigá-los.

Cada nova reportagem exige tempo, recursos, proteção jurídica e jornalistas dedicados exclusivamente à investigação. Se você quer continuar vendo reportagens que pressionam o poder e geram consequências reais, este é o momento de agir.




Um abraço,







GAZETA SANTA CÂNDIDA, JORNAL QUE TEM O QUE FALAR