OS CANDIDATOS AINDA TÊM MUITO A RESPONDER



Campanha eleitoral é época de promessa. Para nós, também é época de fazer perguntas difíceis.

Porque quem quer governar o país precisa responder pelo que já fez e pelo que pretende fazer: pelas negociações que conduziu, pelas decisões que tomou, pelas pessoas que colocou no poder, pelos interesses que escolheu atender e pelas propostas que defende.

Em uma de nossas reportagens, trouxemos à tona que Flávio Bolsonaro negociou R$ 134 milhões com Daniel Vorcaro e que pelo menos R$ 61 milhões foram de fato pagos.

– Flávio, onde foi parar esse dinheiro?

Revelamos ainda que o secretário de Educação de MG, sob o governo de Romeu Zema, assinou um contrato de R$ 348,4 milhões com uma empresa suspeita por fraude em licitação e organização criminosa.

– Zema, por que isso aconteceu na sua gestão?

Também mostramos como o Governo Federal deixou o Ministério do Meio Ambiente de fora das discussões sobre a política nacional de data centers.

– Lula, não é importante considerar o impacto ambiental que essas estruturas terão no país, além do provável encarecimento das contas de água e luz do povo brasileiro?

Teve ainda a nossa reportagem revelando que Ronaldo Caiado promoveu um PM de sua confiança que matou um delator do PCC.

– Caiado, por que premiar um policial que atrapalhou uma investigação da PF, beneficiando o crime organizado?

Não basta ter coragem para fazer essas perguntas – isso, nossa equipe de jornalistas tem de sobra. O que precisamos é de leitores financiando o trabalho que existe por trás de cada uma delas.

Essas eleições vão decidir os rumos do país e as pessoas precisam de respostas antes de ir às urnas. Se tornando nosso doador agora, você pode questionar os candidatos junto com o Intercept Brasil.



Nossas perguntas têm poder de gerar consequências concretas:

Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro: nossa investigação já teve 47 repercussões, incluindo mudanças nas intenções de voto para presidente, procedimentos abertos na PF e no STF e um pedido de cassação do mandato de Flávio.

Minas Gerais: uma semana depois de denunciarmos os contratos com uma empresa investigada por fraude, o então secretário de Educação de Romeu Zema foi exonerado.

Data centers: nossa cobertura sobre essas estruturas no Brasil já rendeu 11 impactos só de janeiro para cá.

Delator do PCC: o Ministério Público de Goiás reabriu a investigação sobre sua morte que envolveu o PM de confiança de Ronaldo Caiado. Na manifestação, a reportagem do Intercept foi mencionada.

Sua doação é o primeiro empurrão nesse efeito dominó: investigar, revelar, cobrar e transformar. Sem você, nosso trabalho nem começa.

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Intercept Brasil




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