JAVIER MILEI CONTINUA SE COMPORTANDO RIDICULAMENTE, "RECEBE TROFEU NO BRASIL


Combinando com a sociopatia, com a ‘elefantíase personalista” igual da Famiglia Bolsonaro, Milei veio vomitar no Brasil. Alimenta a massa e faz o cidadão perder a fé nas leis, nas eleições e na democracia.

Na manifestação e repetição de crises institucionais, no espetáculo ideológico vazio e na incompetência administrativa recorrente. Esse fenômeno transforma a gestão pública em farsa que se observa principalmente hoje na Argentina com o seu ridículo presidente. “Política é uma questão de performance, e a performance do ridículo captura as pessoas pela catarse. Rir é bom, mas há um tipo de riso que é tornado impossível no momento da vergonha alheia. O ridículo é efeito dessa impotência. E é com ela que a política contemporânea tem avançado trazendo à cena personagens grotescos e desqualificados, que se capitalizam com a miséria de suas próprias figuras’’.

“O ridículo político é um jogo estético que depende de uma hipnose das massas. Todo perverso sabe hipnotizar e confundir. Bolsonaro foi o Rei do Ridículo até ser desbancado por Milei, mais perverso e delirante do que ele”.


O EXTREMO DE UM SER


O presidente argentino acredita em conversas com animais e atribui conselhos espirituais ao seu falecido cão Conan. Ele mandou clonar seu cachorro de estimação e considera os cães clonados como seus "filhos de quatro patas". Até ai tudo bem, crendices pessoais que vai além do carinho e afeto aos animais; mas, mantém uma visão messiânica sobre sua missão de mudar a economia e a moral da sociedade.
Combinando com a sociopatia, com a ‘elefantíase personalista” igual da Famiglia Bolsonaro, Milei; veio vomitar no Brasil gastar dinheiro público no ridículo e na inutilidade do evento para o povo Argentino.



O QUE A ARGENTINA PODE DAR DE EXEMPLO PARA O BRASIL?

As políticas econômicas celebradas pelo governo têm sido insuficientes para conter o ceticismo da opinião pública.
O desgaste político é alimentado por uma série de escândalos envolvendo o gabinete de Milei. Além disso, a população reage ao aumento do desemprego, ao fechamento de milhares de empresas e aos cortes na saúde e educação pública. Para grande parte do eleitorado, a realidade do cotidiano e a inflação persistente, mesmo que em queda anual, pesam mais do que os índices oficiais de redução da pobreza.
A desconfiança no sistema financeiro, herança de traumas como o "corralito" de 2001. São US$ 170 bilhões que estão fora dos bancos, e as incansáveis tentativa de Javier Milei para atrair esse capital com isenções fiscais, sobe a campanha “ alivie seu colchão” , não trouxe resultado até agora.
O trabalhador argentino enfrenta um cenário de intensa flexibilização de regras, alta precariedade e forte perda do poder de compra, impulsionados pelas reformas liberais do governo de Javier Milei. Ter um emprego formal já não garante proteção contra a pobreza no país.
Fizeram mudanças nas Leis de Trabalho
Jornada estendida: A permissão para acordos de jornadas de até 12 horas diárias, respeitando o limite semanal.
Indenizações e férias: Mudanças no cálculo de rescisões (retirando bônus e 13º) e autorização para fracionar as férias.
Direito de greve: Restrições ampliadas com o aumento de categorias consideradas de serviços essenciais.
Imagem 1: Redes Sociais
Imagem 2 : Revista Cult, UOL

GAZETA SANTA CÂNDIDA, JORNAL QUE TEM O QUE FALAR

Postar um comentário

0 Comentários