PROCESSO DA GLOBALIZAÇÃO E SÚMULA DO CAOS

Imagem, ilustração GzT STC
Olá leitores e ouvintes da partilha e da esperança.
Se tirarmos fotografia da maioria das pessoas que estão no mundo,
o que vai aparecer hoje? Expressões e atitudes baseadas no medo.

E o que temos para mostrar à humanidade? Amor, partilha, fé e esperança.

O mundo está parando e as pessoas respirando. Interrogativas, se perguntam: Será verdade tudo isso que vejo, escuto, assisto?

Nós também temos de parar? Então, vamos descer do automatismo.

Aqui em Curitiba, fui ao mercado ontem à tardinha (17/3) e me assustei. Mercado lotado, pessoas com carrinhos cheios,
prateleiras vazias, filas enormes nos caixas, olhares tensos, pessoas inquietas.

Algumas perguntas possivelmente nos farão repensar e reavaliar as escolhas.

O que é que vale a pena mesmo? No que devo empenhar-me para
que possa me dar mais segurança, harmonia, paz, apreço?

Não é o capitalismo a solução para os problemas da humanidade.
Se fosse, haveria bens e riquezas para todos, e todos estariam bem, sem fome, violência, falta de higiene, doenças.

Em grande parte das vezes, capitalismo e dinheiro provocam e alimentam cobiça, ganância, corrupção.

O socialismo marxista também não é solução.

A resposta é a fraternidade universal. Viver como irmãos, ensinado e testemunhado a vida que Jesus apresentou como proposta correta, para transformar a terra não um cemitério,
mas um paraíso.

Nosso corpo é frágil e vulnerável. Nossa alma continua com saúde.

(Ass.) Enéas Paulo Bogucheski é escritor, diretor de Recursos Humanos aposentado.
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PERGUNTAS SEM RESPOSTAS:

Que situação! Nunca vimos isto.
A partir dessa sexta-feira (20/3), Caxias do Sul-RS vai estar tudo fechado. E os autônomos, como ficam?
Além do psicológico, a fome também vai matar.
Com tanta tecnologia e avanço científico, como um vírus bastardo tomou conta do planeta?
Temos muitas perguntas, mas nenhuma resposta concreta até o presente momento.

Hoje (18/3), o Pároco da Diocese falou na rádio que os sacerdotes não vão poder acompanhar os enterros, porque quase todos são de idade. Delegaram as celebrações fúnebres para ministros, diáconos. Ainda, os velórios não podem ultrapassar a quatro horas.
É clima de guerra.
Que as Forças do Universo reduzam rapidamente esse tempo de grande sofrimento.
Desejamos aos leitores e ouvintes saúde, paz e esperança.
(Ass.) Natalina Ana Bernardi Peruchi, professora, cientista
contábil aposentada.
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ESTAMOS FECHADOS EM CASA

Como devem ter visto em noticias, aqui em Valência-Espanha e em quase toda a Europa, estamos todos fechados em casa. Na Holanda, não está proibido andar nas ruas. Aqui, só podemos ir ao supermercado, farmácia, padaria, mas sempre na região próxima da moradia.

A polícia pode pedir identificação em qualquer momento, e multar.
É bastante triste porque, Espanha e Itália, por exemplo, são países que fazem muita vida na rua, bares, restaurantes, museus, parques, esporte.
Ficar em casa todo o dia para as crianças e pessoas de idade é bastante duro e sofrível.

Se não for muito bem trabalhada essa situação, pode acabar acarretando outros problemas de saúde, mentais e psicológicos.
Torço para que a situação não se complique no Brasil, como essa que estamos passando na Europa.
Um grande abraço aos leitores e ouvintes.
(Ass.) Helena Luíza Bernardi, Relações Públicas e profissional da saúde.
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ESTAMOS CONSCIENTES DO PERIGO

Acompanhamos a situação crítica da Itália e, mais ainda, da Espanha.

Os parentes da minha esposa Francisca, alguns primos e primas, vivem em Granada, Madrid, principalmente.

E ali não está nada diferente da Itália. Tudo fechado.

Eu, com 82 anos, e a Francisca, com 84 anos, além de algumas doenças de base, somos os que corremos mais riscos.

Eu e ela estamos calmos, mas conscientes do perigo.

Vamos procurar não nos apavorar, embora a filha mais nova esteja totalmente desesperada, pelos filhos pequenos e por nós, pais.

No nosso caso, eu e minha senhora, não temos muito a fazer. A filha propõe se mudar para nossa casa, mas não sei se essa é uma solução.

Vamos aguardar os acontecimentos.

Grande abraço e muito cuidado a vocês, leitores e ouvintes.

(Ass.) Jayme Ferreira Bueno, professor, doutor, escritor e dirigente universitário aposentado.

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