domingo, 3 de julho de 2016

Luiza Brunet é espancada pelo companheiro e sofre várias lesões

Luiza Brunet é espancada por seu companheiro, o empresário Lírio Albino Parisotto. A atriz e modelo foi estrangulada, recebeu chutes, socos e teve quatro costelas quebradas

(Imagem: Luiza Brunet e Lirio Albino)


De acordo com informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a atriz e modelo Luiza Brunet, 54 anos, foi espancada pelo companheiro de 5 anos, o empresário bilionário Lírio Albino Parisotto.

O empresário Lírio Albino Parisotto agrediu a modelo no apartamento dele, no Plaza Residence, em Nova York. Na ocasião, escondida, ela pegou um voo direto para o Brasil. A queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela.

Segundo Luiza, a agressão começou no restaurante onde eles estavam jantando com amigos. Ao ser perguntado se o casal iria a uma exposição de fotos, Lírio se exaltou. Disse que não iria porque da última vez ele foi confundido com o ex-marido de Luiza, Armando. Daí por diante, ele teria se descontrolado.

“Fui para Nova York acompanhá-lo para o evento Homem do Ano. Saímos do restaurante e pegamos um Uber. Ao chegar ao apartamento, ele me deixou dentro do carro e subiu”, disse Luiza.

Ela diz ter subido para o apartamento logo na sequência e se deparou com Lírio já de roupão assim que entrou na residência. Luiza afirma que ele iniciou uma série de agressões verbais e, em seguida, a acertou com um soco no olho e lhe disparou uma sequência de chutes.

Luiza diz que ele a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas dela. O fim da tortura acabou quando a modelo ameaçou gritar pelo concierge. Ela teria conseguido escapar e se trancou no quarto até a manhã do dia seguinte, quando retornou ao Brasil.

“Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente. O que mais nos inibe é a vergonha. Há mulheres com necessidade de ficar ao lado do agressor por questões econômicas, porque está acostumada ou mesmo por achar que a relação vai melhorar”, relatou

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