AGRESSÃO A SOBERANIA, UMA GRAVE VIOLAÇÃO AO DIREITO INTERNACIONAL, ONDE ESTÁ A ONU?

Irã condena ataque à Venezuela: "Grave violação da soberania"

Regime venezuelano acusa EUA de bombardearem capital Caracas e outras regiões do país

Da Reuters

O Irã, aliado da Venezuela, condenou neste sábado (3) um ataque ao território venezuelano “como uma violação flagrante da sua soberania nacional e integridade territorial”.

O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu ao Conselho de Segurança da ONU que “aja imediatamente para deter a agressão ilegal” e responsabilizar os autores.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que fez ataques militares na Venezuela. Ele afirmou ainda que o ditador Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país.

A tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela cresceu nos últimos meses, com o Pentágono deslocando um grande contingente militar e atacando barcos no Caribe.

 


Rússia condena "ato de agressão armada" dos EUA contra a Venezuela

Ministério das Relações Exteriores russo pede diálogo e alerta para escalada de tensão após captura de Nicolás Maduro por forças americanas

Da CNN Brasil

O governo da Rússia classificou como um "ato de agressão armada" a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela ocorrida neste sábado (3). O posicionamento do Ministério das Relações Exteriores russo surge após o presidente Donald Trump confirmar ataques e a captura de Nicolás Maduro e sua esposa.

Em comunicado oficial, Moscou expressou profunda preocupação e defendeu que as partes evitem uma escalada ainda maior, concentrando esforços em encontrar uma solução por meio do diálogo.

A operação militar dos EUA atingiu a capital, Caracas, e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

Internamente, o governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa após os bombardeios.

A operação militar dos EUA atingiu a capital, Caracas, e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

Além da Rússia, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou a ação, enquanto a Colômbia manifestou preocupação com a segurança da população civil.

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