UM ÁRABE CALA A BOCA DE UM MONTE DE ANTISSEMITAS ESQUERDISTAS DA OXFORD UNION

Pediram a Yoseph Haddad para maneirar no tom de voz. Ele não conseguiu. Continuou a bombardear a plateia com suas perguntas.

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Haddad é um árabe israelense, palestrante no recente debate da Oxford Union, onde Israel foi acusado de ser um estado de apartheid.

Haddad era perspicaz e fluente, embora um pouco exaltado. Ele estava falando sobre uma questão fundamental que lhe era muito cara.
"A maioria aqui nunca esteve em Israel, e vocês ousam dizer a um árabe, nascido e criado em Israel, que eu vivo em um regime de apartheid? Que vergonha!"

Haddad contou a história de como cresceu brincando com cristãos, judeus, drusos e muçulmanos em Haifa, a maior cidade mista do país.
Ele perguntou: "Isso é apartheid?".

Aos 18 anos, Haddad entrou para o exército.

"As pessoas me perguntavam por que eu escolhi servir. Eu respondia que IDF significa Forças de Defesa de Israel. Quando o Hamas e o Hezbollah atacam Israel, eles atacam TODO Israel, então as IDF tinham que defender todos os cidadãos de Israel - judeus, muçulmanos, drusos e cristãos."

Nas Forças de Defesa de Israel, Haddad tornou-se comandante. Um árabe dando ordens a judeus. Então ele perguntou: "Isso é apartheid?"

Um pró-palestino disse a Haddad: "Um dia, quando você não for mais necessário, os judeus vão te jogar no lixo".

Haddad contou que, durante a Segunda Guerra do Líbano, foi ferido ("naquele momento, eu não tinha mais utilidade"). Os soldados judeus arriscaram suas vidas para salvá-lo. Esse tipo de ato heroico ainda se vê no Apartheid?

Haddad apresentou exemplos contundentes das alegações ridículas que culpam Israel por ser um regime de apartheid.

Haddad, que é árabe, recebeu um doutorado honorário de uma universidade israelense.

Salim Jubran era um juiz árabe que condenou um primeiro-ministro judeu e um presidente judeu à prisão.

Há parlamentares árabes que usam a liberdade de expressão para discursos anti-Israel. Em um regime de apartheid, eles estariam na prisão.
Havia um árabe que dirigia o maior banco de Israel (e nós pensávamos que os judeus controlavam todo o dinheiro).

Um árabe que joga na seleção israelense de futebol, artilheiro e muito admirado.

Nenhum desses exemplos, e muitos outros, ocorreria em um regime de Apartheid.

É importante destacar que, na Autoridade Palestina, não existe minoria judaica, nenhum juiz judeu, nenhum banqueiro judeu, nenhum jogador de futebol judeu, nem mesmo um judeu com doutorado honorário. Isso é apartheid.


Haddad concluiu: "Estou aqui e sei em que realidade vivo. E há um monte de gente que nunca esteve em Israel, me contando sobre a minha realidade. Então, é claro que eu ficaria um pouco emocionada com isso."


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