A TERRA E O CÉU ESTÃO CHEIOS DE OBRAS E SANTOS MARISTAS

Dia 6 de junho, a Igreja e a humanidade celebram o Dia de São Marcelino Champagnat, fundador da Congregação dos Irmãos Maristas.
Ele nasceu em 20 de maio de 1789, passou 51 anos de vida na França, onde foi ordenado sacerdote, e faleceu a 6 de junho de 1840. Distribuídos pelos cinco continentes, Maristas são religiosos consagrados que se dedicam ardorosamente à educação, saúde, comunicação, evangelização, catequese, obras sociais, comunitárias e ambientais.
São Marcelino Champagnat

Por meio de realizações efetivas, convicções, testemunhos, trabalhos, Verbos estimulantes e incentivadores, Champagnat acena para o já conquistado, sem omitir o que falta para alcançar. “Tornar-se Irmão Marista é comprometer-se a ser santo”, sublinha Irmão Afonso Levis. E prossegue: “Bem da verdade, são essas metas, objetivos, passos, sucessos e conquistas no caminhar de todos os cristãos que rumam à plenitude, à santidade, ao abraço definitivo com o Autor e Criador da vida.”

Sem descanso, diuturnamente ao redor do mundo os Irmãos Maristas retomam e revivem a audácia, os ideais e os carismas de São Marcelino. Da pequena La Valla, na França, padre Champagnat vislumbrou horizontes inimagináveis. “Hoje, atuamos em 80 países. É muita responsabilidade para nós e para nosso Fundador, uma vez que realizamos obras de Deus na terra. Atendemos a mais de meio milhão de crianças e jovens. Que o Senhor da vida e da história nos guie, proteja e multiplique,” suplica Irmão Dario Bortolini.

Ao fazer viagem pelo tempo e espaço, Irmão Cláudio Girardi lembra que pioneiros de escolas, universidades, hospitais, meios de comunicação, editoras, missões, centros comunitários e sociais fundados e mantidos pelo Instituto Marista, por darem aula durante o dia e trabalharem em outras atividades à noite, tinham que colocar os pés em água fria para vencer o sono e o cansaço. Também se privaram de regalias. Nas refeições, por exemplo, não tomavam sucos, refrigerantes; se contentavam em beber água. Evitavam passeios e viagens sem urgência.

“São verdadeiros heróis e mártires. Pelo Brasil e mundo afora, circula o sangue generoso de padres, bispos, irmãs e irmãos consagrados de algumas dezenas de Congregações Religiosas. Fundamental destacar também a participação de voluntários, colaboradores leigos e afiliados do Instituto Marista. Por seus méritos, sacrifícios, renúncias e amor, muitos já recebem a recompensa de Deus na morada definitiva”, grifa o irmão Girardi.

Em 6 de junho, é oportuno conhecer projetos e atividades exercidas pelos maristas. São santos contemporâneos de Marcelino Champagnat que se parecem nas virtudes, fé, espiritualidade e santidade. Estão à vista apelos fortes para necessidades educacionais e carências temporais e espirituais. Em tempo de pandemia, somos chamados a discernir valores, crenças, prioridades vitais e sanitárias.

Pacificamente, podemos intervir universalmente num ambiente em alerta. De alguma forma, somos indistintamente assaltados e advertidos pelo perigoso coronavírus – a covid-19. Sem demora, eu, você, as elites dominantes, a humanidade racional e afetiva precisamos enterrar de vez por todas o racismo, a discriminação, a ignorância e a indiferença. É tempo de resgatar, reiniciar e restaurar a moral, a ética, o respeito, a honra, a dignidade, a justiça, a paz, a igualdade.

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Pedro Antônio Bernardi, professor, jornalista, economista, palestrante.


GzT StC; Imagem:http://www.umbrasil.org.br/

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