Gaeco investiga operação em mansão que funcionava como cassino e prostíbulo

O Gaeco - Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado iniciou uma investigação sobre a operação realizada na semana passada por policiais civis em uma mansão localizada no bairro Parolin, e que funcionava como cassino clandestino, suspeita de tráfico de drogas, exploração de menores e prostíbulo. O objetivo é esclarecer alguns detalhes sobre apreensões feitas e às pessoas encaminhadas ao 2º Distrito Policial (DP) após a ação. Na abordagem à casa de luxo, os agentes teriam agido “por contra própria”, sem a coordenação de um delegado, afirmam pessoas que parecem interessadas em punir os policiais que agiram corretamente, dentro das expectativas da sociedade.

O coordenador do Gaeco, o promotor Leonir Battisti, esteve no 2º DP, iniciando as apurações. Alguns elementos da operação ainda permanecem obscuros. Um homem apontado pelos policiais civis como “gerente” do cassino clandestino foi registrado na delegacia como “viciado em jogos de azar”. Apesar disso, os R$ 3.350 que estavam nas 40 máquinas caça-níqueis apreendidas foram depositados em uma conta judicial em nome deste homem.

A lista e fotos de autoridades que frequentavam o cassino e prostíbulo não foram divulgadas na imprensa. Parece existir uma política de proteção aos contraventores proprietários da mansão. Diante da blindagem ostensiva, surgem comentários indicando o nome de um deputado que explora a prostituição em casas noturnas na cidade.
 
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