Se a criação do presidente do Google, Larry Page –a qual, segundo alguns críticos, imita melhor do que o Facebook a categorização instintiva de amigos que acontece na vida real– conseguir realizar seu potencial, isso significará um momento decisivo para seu maior rival.
A expectativa generalizada é de que o Facebook abra logo seu capital, talvez ainda em 2011, caso não surjam novas perturbações nos mercados. O surgimento de um desafiante sério, já que até agora a empresa não tem concorrência real, certamente faria com que alguns investidores pensassem duas vezes e poderia até prejudicar a avaliação inicial da empresa.
“O conteúdo é muito mais rico e interessante” do que o que se vê tipicamente no Facebook, diz Monsalve, que investiu recentemente na myyearbook.com e trabalhou em estreita colaboração com o MySpace nos dias áureos do serviço, quando comandava o marketing do Photobucket.
Há muito em jogo. O Facebook deve obter faturamento publicitário de US$4,05 bilhõess neste ano, de acordo com a eMarketer. A comScore, uma empresa concorrente de pesquisa de mercado, estima que os usuários norte-americanos passem em média 434 minutos mensais no site, que conta com 750 milhões de usuários em todo o mundo.
A questão no futuro próximo será determinar o quanto –e se– o Google+ reduzirá do tempo médio de uso mensal do Facebook.
- Não é como se cada minuto dedicado ao Google+ fosse um minuto a menos de uso do Facebook – disse Lou Kerner, analista da Wedbush.
Correio do Brasil
Por Redação, com Reuters – de São Francisco
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