GLEISI COMEMORA POLÍTICA NACIONAL PARA EDUCAÇÃOBILÍNGUE DE ESTUDANTES SURDOS

Para a deputada, iniciativa muda a vida escolar de milhares de estudantes surdos e reforça compromisso do governo Lula com a educação inclusiva



A deputada federal Gleisi Hoffmann celebrou o lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS), que estabelece diretrizes para ampliar a oferta de ensino em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecer a inclusão de estudantes surdos em todo o país, garantindo uma educação que respeite a identidade linguística e cultural.

Pela nova diretriz, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) passa a ser reconhecida como primeira língua de instrução dos estudantes surdos, e o português escrito, como segunda língua, respeitando as especificidades linguísticas e culturais desse público.

Pré-candidata ao Senado, Gleisi ressaltou que a PNEBS representa um marco na garantia dos direitos da comunidade surda e reforça o compromisso do governo Lula com uma educação pública mais inclusiva e democrática.

"A política de educação bilíngue é uma conquista histórica da comunidade surda, que luta há décadas por esse direito. Agora, o governo do presidente Lula transforma essa demanda fundamental em política pública, reforçando o compromisso com os direitos linguísticos, a equidade educacional e o protagonismo surdo. Parabéns à comunidade surda por essa conquista tão importante", afirmou.

A política contempla estudantes surdos, pessoas surdocegas, estudantes com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação e aqueles com outras deficiências associadas. O atendimento poderá ocorrer em escolas bilíngues de surdos, turmas bilíngues, escolas regulares e polos especializados de educação bilíngue.

Segundo a deputada, a PNEBS muda a vida escolar de milhares de estudantes surdos em todo o país. "Educação inclusiva é garantir que cada estudante tenha acesso ao aprendizado com respeito à sua forma de comunicação, à sua cultura e à sua identidade. Essa política amplia oportunidades, reduz barreiras e fortalece o direito de crianças, jovens e adultos surdos a uma educação de qualidade", completou.

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