QUANDO A LEI VIRA ARMA

Curso da Agência Pública analisa como o lawfare transforma a lei em arma política, do caso Maduro à Lava Jato, e revela a influência dos Estados Unidos no cenário global.



Você sabe o que é lawfare?

Talvez já tenha visto o termo por aí, talvez tenha ouvido durante a Lava Jato ou nos debates sobre Lula, talvez nunca tenha parado para pensar. Mas essa palavra que junta law (lei) e warfare (guerra) diz muito sobre o Brasil recente. E sobre o que pode acontecer de novo se a gente não estiver atento.

Em vez de resolver conflitos dentro das regras democráticas, o lawfare usa processos, acusações, investigações e decisões judiciais para deslegitimar, enfraquecer ou eliminar adversários políticos, sociais ou econômicos.

Enquanto as tensões entre Brasil e Estados Unidos marcaram 2025 — com tarifaço, disputas econômicas e disputas geopolíticas —, o debate sobre lawfare e interferência externa voltou a se tornar urgente e a testar nossa soberania.

Os ataques à Venezuela, baseados em um processo de narcoterrorismo contra Nicolas Maduro, também escancararam esta prática, visto que esta foi a base legal para a deposição do ditador.

E é justamente por isso que queremos te convidar a ir mais fundo.

É sobre isso que a jornalista Natalia Viana, cofundadora e diretora da Pública, falará em seu curso Lawfare - a influência dos EUA ontem e hoje, que investiga a atuação norte-americana na Lava Jato e nas relações geopolíticas que influenciam o país hoje, analisando os riscos reais para nossa soberania e para a democracia. Serão 2 aulas ao vivo, dias 3 e 5 de fevereiro, com gravação disponível por 30 dias.

Existem duas formas de garantir sua vaga no curso e fortalecer o jornalismo que investiga o poder:

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Sobre a Agência Pública - A Agência Pública foi fundada em 2011 por jornalistas mulheres e tem como missão produzir reportagens de fôlego pautadas pelo interesse público, sobre as grandes questões do país do ponto de vista da população - visando o fortalecimento do direito à informação, à qualificação do debate democrático e a promoção dos direitos humanos. Em 2022, nossas reportagens foram reproduzidas por cerca de 700 veículos, sob a licença creative commons. A Agência Pública ganhou mais de 80 prêmios nacionais e internacionais, como o Prêmio Vladimir Herzog, Prêmio República e Prêmio Gabo. Saiba mais: https://apublica.org

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