RAZÃO, SINERGIA E VIAS LIVRES DO BEM E DO MAL

Primeiro: O Brasil teve todo tempo necessário para construir a paz e priorizar a saúde, a higiene, a educação alicerçada no aprender e compreender, o saneamento ambiental, o planejamento familiar. Tudo isso sempre foi infraestrutura e retórica política, e só.

ILUSTRAÇÃO: GzT StC

Segundo: Os 20 “dinossauros” da economia mundial, incluindo o Brasil, possuem poder, força e recursos para reduzir a subnutrição e a fome, os desajustes em todas as dimensões e a miséria. A pobreza é até admissível; as misérias econômica, política, social, mental e espiritual são condenáveis, porque são pecados e crimes condenáveis. Preferiram erradamente aplicar trilhões de dólares em armas e guerras, invés de investir em pesquisas científicas.

Terceiro: Faz sentido questionar se a gênese do novo Coronavírus é manipulação laboratorial, seleção natural, contágios de morcegos, pangolins e outros seres vivos.

Porém, ninguém contesta dois fundamentos bíblicos de ontem, hoje e sempre:

(1) O bem e o mal, a verdade e a mentira, sempre existiram. A escolha de um ou de outro é individual ou coletiva.

(2) Jesus e o diabo se confrontaram várias vezes. Satanás continua poderoso, demagogo, populista, manipulador, enganador, contagioso, famoso, destruidor, briguento por suas tentações, males e maldades.

Quarto: Há 2020 anos, o Mestre vive e é “amigo para se guardar” no coração, na razão e na alma. Ele ensinou, ensinou e ensinou fazer o bem, mesmo assim foi condenado injustamente por gente poderosa má. Deixou um mandamento a cumprir, mas continua curva ascendente na desobediência e incompreensão. Pediu reciprocidade para o céu e a terra desfrutarem total harmonia.

Quinto: Pois bem, duas realidades nos fazem repensar a razão e o processo de vida útil e saudável:

(1) Em 2019, autoridades, políticos e dirigentes públicos brasileiros foram autores de 2894 conflitos, ofensas mútuas e práticas desrespeitosas à moral, à ética e à espiritualidade.

(2) Hoje, crianças, jovens e adultos gastam, em média, 56 horas por semana com celular, televisão, fofocas, futilidades, e dedicam menos de quatro horas por mês para oração, leitura e meditação da doutrina do Mestre.

Pedro Antônio Bernardi, professor, economista e jornalista.

(pedro.professor@gmail.com)

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