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| Governo tem investido na formação
em turismo por causa das Olimpíadas,
verbas terão sido desviadas
(Bruno Domingo/Reuters/Arquivo)
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Provas "robustas"
A “robustez das provas” contra os suspeitos justifica a prisão preventiva, explicou o director-executivo da Polícia Federal, Paulo de Tarso Teixeira, ao diário Folha de São Paulo. O prazo da detenção foi largo tendo em conta a necessidade de evitar eliminação de provas, explicam ainda as autoridades.
O ministro do Turismo, Pedro Novais Lima, terá sido chamado à Presidência para dar explicações sobre o caso, mas manter-se-á, para já, no cargo. O responsável é do PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), o principal aliado do Partido dos Trabalhadores da Presidente, Dilma Rousseff, no Governo mas que tem bloqueado parte da agenda legislativa presidencial no Congresso.
Dilma Rousseff perdeu três responsáveis governamentais desde Maio em resultado de alegações de corrupção.
O caso no Ministério do Turismo segue-se a casos de alegada corrupção no Ministério dos Transportes (sobrefacturação de obras), Agricultura (corruopção, cargos distribuídos segudno cores partidárias) Cidades (gastos irregulares; suspeita de favorecimento de empresas que contribuíram para o partido do ministro, o Partido Progressista) e Minas e Energia (pagamentos por contrapartidas).


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