quarta-feira, 25 de maio de 2016

SEGUIDORES DO MBL SE DIZEM ''TRAÍDOS''. CAIU A FICHA?

Caiu a ficha? No Facebook do MBL, grupo que encabeçou a maioria dos protestos verde-amarelo pelo impeachment e “contra a corrupção”, seguidores atacam o movimento e se dizem traídos


Fernando Holiday e Kim Kataguiri, porta-vozes do MBL


Luiz Manghi, Vice Brasil

Assim que o presidente interino Michel Temer assumiu a presidência no dia 12 de maio ele tomou duas medidasgovernamentais que poderiam ser consideradas uma afronta a um país que há pouco tempo se encontrava em peso nas ruas pedindo o fim da corrupção.

Foram elas: a nomeação de 7 ministros entre citados e investigados pela Operação Lava Jato; e a extinção da Controladoria Geral da União (CGU), importante órgão regulador na estrutura institucional do país. Para tentar entender a repercussão dessas notícias entre participantes dos protestos anti-corrupção-verde-amarelo decidi fazer uma visita à página do MBL (Movimento Brasil Livre) no Facebook, aquele grupo do japinha que não é o da Federal, que encabeçava a maioria dos protestos Brasil afora.

A postagem fixada no topo da página comemorava a “Vitória do Brasil. Adeus, PT.” Vamos concordar que, sejam quais forem as forças subjetivas que levaram milhões de brasileiros às ruas nos protestos pró-impeachment, o grupo foi um dos principais a personificar o anti-petismo no país.

Nada contra a nomeação dos ministros investigados de Temer. Nada contra a extinção da CGU. Se o MBL era mesmo anti-corrupção, já era de se esperar um levante contra isso, não é mesmo?

Contrariando a máxima da internet de ‘não leia os comentários’ eu decidi encarar esse poço sem fundo para checar se outras pessoas estavam achando estranho tanto quanto eu esse silêncio. E estavam!



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